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Tarte de Noz Pecan com Tâmaras e Chocolate



Uma deliciosa tarte de noz pecan , a famosa sobremesa Americana, com uma massa de chocolate e um recheio adoçado com tâmaras


A noz pecan tem um sabor suave, bem característico, e é um excelente ingrediente para receitas doces ou salgadas, algumas bem saborosas que já aqui apresentámos. Lembro-me particularmente da Tarte de maçã, noz pecan e mel, com um excelente equilíbrio entre o ácido das maçãs, o doce do mel, e o crocante das nozes pecan.


A pretexto de mais um desafio do SweetWorld, das queridas Lia e Susana, adaptámos uma receita de tarte de noz pecan sugerida pela Popina, um dos nossos livros favoritos para receitas de tartes (sejam elas doces ou salgadas) e do qual também já falámos em detalhe aqui. A este doce tradicional da cultura gastronómica Americana, adicionámos chocolate na preparação da massa, sendo parte da doçura do recheio dada por uma massa que contém tâmaras, resultando numa deliciosa tarte, não muito doce e com pequenos pedaços de noz que lhe dão a textura perfeita. Não desfazendo das nossas nozes, a noz pecan é realmente um ingrediente muito bom para ter à mão nas nossas cozinhas.



Receita adaptada de:




Iguarias Saudáveis

Isidora Popovic 

Mel Editores, 2010


Tarte de chocolate, pêra e avelãs | Chocolate, pear and hazelnut tart


A clássica combinação das pêras e das avelãs com o chocolate, numa receita de tarte com sabor e textura fantásticos. Adaptada do livro Iguarias Saudáveis, de Isidora Popovic, é mais uma das suas propostas transformada numa sobremesa deliciosa, e sempre tão fácil de preparar, como já pudemos avaliar através das várias receitas que preparámos deste livro.




Adaptado de / Adapted from: 
  

     
          
     
Iguarias Saudáveis 
Isidora Popovic 
Mel Editores, 2010








Tarte de Limão | Lemon Tart


A Tarte de Limão, ou "Tarte au Citron", é um clássico da pastelaria francesa e uma das sobremesas favoritas dos franceses. Com um equilíbrio perfeito entre o doce e o ácido, a massa tem uma excelente textura e o creme, não muito doce, tem um sabor fresco e forte a limão. O L'Express sugere as 10 melhores tartes de limão de Paris. Formas e texturas surpreendentes para 10 tartes absolutamente fabulosas. Ou como morrer de prazer através de uma simples tarte de limão!

Existem diferentes maneiras de fazer uma tarte de limão. Esta receita de Edd Kimber usa um método similar ao método Sabayon, em que os ovos são primeiro misturados a quente com o sumo de limão e o açúcar, e a manteiga é depois gradualmente incorporada - um método fácil que resulta num creme de limão consistente. A massa de base é feita com farinha e amêndoas, o equilíbrio perfeito para um creme tão rico.



Lemon Tart, or “Tarte au Citron” is a classic French pastry and one of the favorites desserts of the French. With a perfect balance between sweet and acid, the pastry has a good texture and the cream, not so sweet, has a strong, fresh lemon flavor. Here you can find the best 10 Lemon Tart recipes in Paris as suggested by L’ Express. Amazing shapes and textures for 10 absolutely fabulous tarts. Or a pleasure to die for through a simple lemon tart.


There are different ways to make a lemon tart. This recipe from Edd Kimber uses a method similar to the sabayon method, in which the eggs are first cooked with the lemon juice and sugar, then the butter is gradually incorporated — an easy method that results in a consistently good lemon custard. The pastry is made with flour and almonds, which is the perfect balance for the rich, tart custard.





Adaptado de / Adapted from: 





Patisserie Made Simple
Edd Kimber 
Kyle Books, 2014









Whisky Mince Pies


O nosso mincemeat está pronto a ser utilizado e preparámos estas pequenas tartes, aromatizadas com whisky, que pode se quiser substituir por Cointreau ou Brandy quer no recheio quer na manteiga aromatizada. Também podem ser preparadas com massa filo ou massa folhada, é uma questão de gosto.

 


Adaptado de / adapted from:
Pastry Cook, Catherine Atkinson, Lorenz Books, 2005


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 Ingredientes (para cerca de 8 tartes)

Massa
1 gema de ovo
1 c. sopa de raspa de laranja
1 c. sopa de açúcar
2 c. sopa de água fria
225 g de farinha
150 g de manteiga sem sal, fria e cortada em cubos
Recheio
225 g de mincemeat
1 maçã sem casca e cortada em pequenos cubos
2 c. sopa de whisky

Manteiga de whisky
75 g de manteiga amolecida
175 g de açúcar em pó
2 c. sopa de whisky
 1 c. sopa de raspa de laranja

um pouco de leite para pincelar
açúcar em pó para polvilhar




Tarte de castanhas e chocolate


Para celebrar a chegada do Outuno, uma tarte cremosa, rica em castanhas e com chocolate em dose dupla!




Adaptado de: Iguarias Saudáveis, Isidora Popovic, 2010


Ingredientes 

Para a massa:

 225 g de farinha sem fermento
25 g de cacau em pó
125 g de manteiga sem sal, fria e aos cubos
85 g de açúcar amarelo refinado
1 ovo

Para o recheio:

35 g de manteiga sem sal
 35 g de açúcar amarelo refinado
1 ovo
60 g de farinha sem fermento
1 c. chá de fermento em pó
50 g de castanhas cozidas, cortadas em pedacinhos
35 ml de natas gordas, frias
2 c. sopa de água fria
90 g de puré de castanhas

Para a cobertura:

50 g de chocolate de leite
50 g de chocolate negro
190 ml de natas gordas

Preparação 

1. Começar por preparar a massa:
Colocar a farinha, o cacau, a manteiga e o açúcar num robot de cozinha e picar até ficar em migalhas. Adicionar o ovo e misturar novamente.
Retirar do robot e formar uma bola.
Se preferir amassar à mão, a manteiga deve estar ralada ou partida em pedaços muito pequenos.
Colocar a massa numa superfície ligeiramente enfarinhada e estendê-la com o rolo da massa até ter 3-4 mm de espessura.
Forrar a forma de tarte com esta massa, recortar pelo rebordo para retirar o excesso e levar ao frigorífico enquanto prepara o recheio.

2.  Preparar o recheio:
Aquecer o forno a 180 ºC.
Bater a manteiga com o açúcar até obter uma massa fofa e cremosa.
Adicionar o ovo e misturar bem.
De seguida misturar as natas e bater novamente.
Misturar a farinha, o fermento em pó e as castanhas picadas numa tijela à parte, e depois juntar à mistura de manteiga.
Finalmente aos poucos juntar a água e o puré de castanhas e incorporar bem.
Deitar a massa na forma e espalhar uniformemente.
Levar ao forno durante cerca de 20 minutos, até que a massa cresça e fique com um leve tom dourado.
Retirar do forno e deixar arrefecer alguns minutos.

3. Preparar a cobertura:
Colocar o chocolate numa tijela, partido em pedaços.
Deitar as natas numa caçarola e levar ao lume até fervilhar, mexendo frequentemente.
Adicionar ao chocolate e bater com uma vara de arames até obter um creme macio.
Deixar arrefecer durante 10 minutos e deitar por cima da tarte.

Levar a tarte ao frigorífico e servir fria.




O pastel de nata do tamanho do mundo...

 "Os pasteis de nata ( mais conhecidos no Brasil por Pasteis de Belém ), são de origem conventual, como a maior parte do melhor da doçaria portuguesa. Eram fabricados pelos frades do majestoso Mosteiro dos Jerónimos, em Belém. E, segundo a lenda, a receita era segredo fechado a sete chaves. A matéria prima para a doçaria conventual, era fornecida pelo armazém retalhista de Sebastião Alfredo da Silva, na Rua de Belém, a dois passos do mosteiro e onde o frade pasteleiro ia abastecer-se. O frade pode um dia ter confidenciado (ou vendido) a receita ao armazenista, que se associou ao confeiteiro Domingos Rafael Alves e, em 1837, fundaram a Sociedade Portuguesa de Confeitaria com o propósito de comercializar o afamado pastel . O armazém de Alfredo da Silva sofreu obras para se converter na Fábrica dos Pastéis de Belém, com cinco salas decoradas com belíssimos painéis de azulejos que os turistas gostam de fotografar.

            A fama dos pastéis cedo se espalhou por Lisboa. Dizia-se que o pasteleiro trabalhava fechado na “Oficina do Segredo” e só ele sabia misturar os ingredientes na quantidade certa. A “Oficina do Segredo” ainda existe, mas deixou de estar fechada a sete chaves. Embora a patente dos pastéis de Belém tenha sido registada em 1991, não faltam hoje em dia pastéis de nata em Portugal e no estrangeiro. Alguns eventualmente, melhores que os de Belém. 
        Tal como os fradinhos criadores ficaram a ver navios no sucesso nacional da sua guloseima, também Pedro Clarinha, atual dono da Fábrica dos Pastéis de Belém, não fatura com o sucesso internacional do seu docinho, que se tornou um autêntico embaixador de Portugal. É na realidade, o produto português mais conhecido no Oriente, onde entrou via Macau com o nome de “portuguese custard egg tart” (tarte de creme de ovo portuguesa). Embora existam bons pasteleiros portugueses em Macau, o lançamento asiático dos famosos bolos ficou a dever-se ao inglês Andrew Stow, que os provou a primeira vez na pastelaria de Belém.  Em 1983, Stow, que era casado com a chinesa Margaret Wong Stow, foi para Macau como relações públicas do Hotel Hyatt e, decorridos seis anos, abriu a padaria Lord Stow’s em Coloane. Seguiu-se a loja Andrew’s Coffee and Natas em Hong Kong e Stow decidiu franchisar o conceito “coffee and natas”: em 1999 surgiram várias lojas Lord Stow’s Egg Tart nas Filipinas, na  Tailândia em 2000, Coreia do Sul em 2001 e Japão em 2002. Quem provou diz que os natas asiáticos apenas lembram o pastel de Belém. A massa é menos folhada e o recheio tem sabor a ovo, em vez do sabor a nata. Ainda assim, os bolos de Stow tornaram-se um autêntico negócio da China. O casal acabou por se divorciar. Margaret continuou com a pastelaria de Coloane e a loja Café e Nata na baixa de Macau. Andrew vendeu o franchising das Lord Stow’s Egg  Tart à Kentucky Fried Chicken de Hong Kong e goza os rendimentos.
            Na Austrália, os pastéis surgiram há vinte anos na padaria do casal Linda e  Alex Lopes, em Melbourne, mas hoje são vendidos em todas as padarias dos  núcleos portugueses. Quanto aos Lopes, possuem agora o Magical Munch Bar, em  Burwood, que vende 7.500 pastéis por semana. Chegam igualmente à Zelândia, mas vão de barco, ultracongelados, tal como  estão agora a chegar aos Estados Unidos.
            Entretanto, Manuel Fernandes, da Lusitano Food & Home Products, distribuidor de produtos portugueses de New Bedford, meteu-se na doce aventura, ao conquistar os Estados Unidos com o pastel de nata, competindo com muffins e donuts e visando não apenas os núcleos portugueses, para os quais os natas estão como o fado. Fazem parte da saudade.
            Em França, Luxemburgo e Inglaterra, também não faltam pastelarias com doçaria  lusa e os natas são os que mais se vendem, dizendo-se mesmo que chegam à mesa  da rainha no palácio de Buckingham e os mais de quatro mil pastéis vendidos  diariamente nos 14 restaurantes Benugo são fabricados em Portugal, prática que  Manuel Fernandes quer agora introduzir também nos Estados Unidos. A aventura americana dos natas começou no final dos anos 50, quando o  madeirense João Pitta se instalou em New Bedford e tentou a sorte com bolos de mel  madeirenses, mas acabou por mudar para Newark e para os natas.  Pouco tempo depois, formavam-se filas à porta da Pitta’s Bakery e não  tardaram a abrir outras padarias, como a do José e Arminda Carloto, em Elizabeth, de  que Amália Rodrigues era cliente quando estava na área. 
            Outro caso de sucesso, mas à escala nacional, é Manuel Teixeira, cuja  Teixeira’s Bakery ganhou fama com natas, padinhas e pão da Mealhada que até abasteceu  os passageiros do supersónico Concorde.  Fazendo a história curta, Teixeira soube fazer notas com os natas. As várias  Teixeira’s Bakery deram origem à Portuguese Baking Co., com duas fábricas e distribuição por New Jersey, New York e Pennsylvania. E facturação de 250  milhões. Não faltam natas em Newark, onde, contas por alto, se consomem para aí 40 mil  pastéis de nata por dia. E houve tempos em que os portugueses da Nova  Inglaterra de visita à cidade levavam obrigatoriamente uma ou duas dúzias para  consumo próprio ou oferta.  Hoje existem pastelarias portuguesas noutras comunidades, nomeadamente três  em Fall River e meia dúzia em New Bedford, que fabricam natas, ainda que por  vezes anémicos.
            Fátima Marques, bonita jovem natural de Caxarias, arredores de Fátima, chegou  há 14 anos a Hollywood sonhando abrir a porta dos estúdios, mas optou por  abrir as Natas Pastriesa, no Ventura Blvd. e tem clientes como Nicole Kidman. A  Fatinha criou uma nova frente para os “nata cakes”. O problema das pequenas pastelarias é descobrir um bom pasteleiro (e poder  pagar-lhe) e foi a pensar nisso que o Manuel Fernandes decidiu lançar-se na  importação de natas congelados e por atacado.
            Em Portugal há várias fábricas de pastelaria que exportam pastéis para países  como a Nova Zelândia e o Canadá, onde são vendidos, por exemplo, em várias  cadeias de supermercados. Animado com o sucesso no Canadá, Fernandes mandou vir  um contentor à experiência e já vai no segundo contentor e conquistou  fregueses como este vosso criado. Os fradinhos dos Jerónimos tinham realmente os seus segredos e a feitura de  pastéis de natas tem que se lhe diga. O creme deve repousar em câmara  frigorífica até ser levado ao forno no dia seguinte, em banho-Maria. A massa folhada  que recebe o creme também tem segredos de preparação para ficar estaladiça. Nem todas as padarias, mercearias e restaurantes portugueses nos Estados  Unidos podem ter pasteleiro privativo, mas podem ter meia dúzia de caixas de natas  congelados (cada caixa tem 100 pastéis) e levá-los ao forno consoante as  necessidades. Não percebo nada de pastelaria, mas tenho feito um sucesso com os  natas congeladas. Quando aparecem visitas, levo alguns ao forno, ficam  quentinhos e tostadinhos em minutos. Depois é polvilhar com canela, tal como na velha  pastelaria de Belém. Só faltam os azulejos na parede e o carro eléctrico na rua.          
            No Brasil, os pastéis vendem-se em muitas pastelarias e padarias do Rio, São  Paulo e outras cidades, mas à escala nacional vendem-se nas 260 lojas Habib’s,  a maior rede brasileira de fast-food, cujo presidente (Alberto Saraiva) é  filho de padeiro português.

Fonte: Blogue Ora e Depois


Uma das mais recentes notícias de vendas de pastel de nata pelo mundo vem de Londres, onde 2 amigos se juntaram e construiram um elétrico 28, um dos mais emblemáticos símbolos de Lisboa, para venda de cafés e pastéis de nata. Ao fim de 3 meses já vendem cerca de 600 pastéis em cada fim de semana; ora vejam este vídeo:  nata28 em Londres.

A receita aqui apresentada, de Mª de Lurdes Modesto, foi preparada na forma de tarte, mas a receita original inclui a preparação da massa folhada e são preparados os pequenos pastéis.
O creme é exclusivamente preparado com natas e o sabor é simplesmente delicioso!




Adaptado de: Cozinha Tradicional Portuguesa,Mª de Lurdes Modesto,Verbo,1982






Ingredientes:

1 embalagem de massa folhada
5 dl de natas
8 gemas
2 c. chá de farinha
200 gr de açúcar
casca de limão

Preparação:

Misturar todos os ingredientes  do creme e levar ao lume até levantar fervura.
Retirar do calor, deixar arrefecer até amornar e tirar as cascas de limão.
Forrar a forma da tarte com a massa folhada e deitar o creme morno.
Levar ao forno muito quente (250 ºC a 300 ºC) até a massa e a superfície ficarem douradas (cerca de 15 a 20 minutos).
Servir polvilhado com açúcar e canela.



Tarte de maçã, noz pecan e mel

A tarefa de organização dos livros está quase terminada e voltei à cozinha para preparar esta receita. E valeu bem a pena, esta tarte é simplesmente deliciosa!


Adaptado de : "The Boy Who Bakes", Edd Kimber, 2011

Ingredientes: 

Para a massa:
  •  275 gr de farinha
  • 25 gr de amêndoa ralada
  • 50 gr de açúcar em pó
  • 1/4 c. chá de sal
  • 175 gr de manteiga sem sal
  • 1 gema de ovo
  • 1 c. sopa de água fria 
Para o recheio:
  • 85 gr de manteiga sem sal
  • 140 gr de noz pecan
  • 85 gr de açúcar mascavado
  • 2 ovos, ligeiramente batidos
  • 4 c. sopa de mel
  • 1 maçã grande, de preferência Granny Smith
Preparação:
  • Começar por preparar a massa: pré aquecer o forno a 180 ºC. Colocar a farinha, a amêndoa, o açúcar e o sal na batedeira e bater bem para combinar todos os ingredientes. Juntar a manteiga e bater novamente até misturar, formando alguns grumos. 
  • Misturar a gema com a água e adicionar à mistura anterior, batendo até que se forme uma massa homogénea que se desprenda das paredes do recipiente.
  • Deitar a massa numa superfície, amassar mais um pouco e formar um disco. Cobrir com película aderente e levar ao frígorífico cerca de 30 minutos.
  • Numa superfície enfarinhada estender a massa  e forrar com ela uma forma de tarte, que foi previamente untada e polvilhada com farinha.
  • Cobrir a massa com papel vegetal e encher com arroz.
  • Levar ao forno cerca de 15 minutos, retirar o arroz e o papel vegetal e levar novamente a cozer por mais cerca de 10 minutos, até apresentar um aspecto dourado.
  • Retirar do forno e deixar arrefecer.
  • Colocar as nozes no robot e triturá-las, interrompendo antes de ficar em pasta. Retirar para uma tigela.
  • Colocar no robot a manteiga e o açúcar, e bater até obter uma mistura leve. Juntar os ovos, um a um e bater até estarem misturados. Finalmente juntar as nozes e misturar.
  • Numa tigela misturar a maçã cortada em pequenos cubos com o mel. Espalhar a mistura no fundo da forma. Por cima espalhar a mistura de nozes.


  • Levar ao forno durante 20 a 25 minutos.
  • Deixar arrefecer e servir.




Tarte de maçã e ameixa


Esta receita foi preparada com ameixa vermelha e maçã starking. Pode no entanto ser preparada com outras variedades, como maçã verde por exemplo, ou ainda com outros frutos. 




Adaptada de:  Iguarias Saudáveis, Isidora Popovic, 2010

Ingredientes:

Massa amanteigada doce:
  • 250 gr de farinha sem fermento
  • 125 gr de manteiga sem sal, fria e aos cubos
  • 85 gr de açúcar amarelo
  • 1 ovo
Massa fofa:
  • 45 gr de manteiga sem sal, à temperatura ambiente
  • 90 gr de açúcar amarelo
  • 1 ovo
  • 1 1/2 c. chá de fermento em pó
  • 90 gr de farinha sem fermento
Recheio:
  • 2 maçãs starking, sem caroço e cortadas em fatias de cerca de 1 cm
  • 4 ameixas vermelhas, sem caroço e partidas ao meio
  • 3 c. sopa de doce de damasco ou alperce, para cobrir (opcional)

Preparação
  1. Pré-aquecer o forno a 160 ºC.
  2. Começar por preparar a massa amanteigada doce: colocar a farinha, a manteiga e o açucar numa tigela e bater bem até ficar em "migalhas". Adicionar o ovo e misturar novamente até obter uma massa homogénea. Colocar a massa numa superfície enfarinhada e estender com um rolo até ter uma espessura de cerca de 3-4 mm. Forrar uma forma de tarte com cerca de 23 cm.
  3. Preparar então a massa fofa: colocar a manteiga e o açúcar numa tigela e misturar muito bem com a batedeira até obter uma mistura homogénea.Adicionar o ovo e o fermento, misturar bem e de seguida envolver delicadamente a farinha.
  4. Colocar a massa fofa na forma de tarte já forrada e espalhar as frutas por cima.
  5. Levar ao forno pré-aquecido durante cerca de 40 minutos. Quando a tarte estiver pronta,  a fruta terá afundado um pouco e a massa fofa estará mais alta em algumas partes e com uma cor dourada. retire do forno e deixe arrefecer alguns minutos.



Se pretender colocar o doce por cima, deitá-lo numa caçarola pequena de aquecer em lume brando até derreter e ficar líquido. Com a ajuda de um pincel, espalhar por cima da tarte e deixar ficar alguns minutos antes de servir.

Pode utilizar-se esta mesma receita para preparar pequenas tartes de maçã ou outros frutos. Ficam deliciosas!